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Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres!

2017-11-30

Diferentes ações incluindo as Marchas contra a violência machista, assinalaram o 25 de novembro, dia de abertura da Campanha 16 dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra as Mulheres


A origem desta Data remonta ao século passado. Foi em 25 de novembro de 1960. As irmãs Mirabal, conhecidas como as Mariposas, foram brutalmente assassinadas no seu combate à ditadura na República Dominicanas, provocando grande comoção e revolta. Rapidamente o movimento feminista na America Latina passa a assinalar o 25 de novembro como dia contra a violência sobre as mulheres. Não bastava o Dia Internacional da Mulher!

Em 1999, a ONU declara o dia 25 de novembro como o dia da não violência contra as mulheres.

E, agora assinalamos esta data como “Contra todas as formas de violência contra as mulheres!”. Foram as Marchas contra a violência machista em diferentes cidades do país e outras ações de diferente tipo aconteceram por todo o país incluindo Madeira e Açores.

Por cá é também dia de dar início a uma Campanha de Ativismo, com 16 dias…

(Facebook Umar São Miguel)

 

16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, é uma campanha internacional, lançada em 1991, com o objetivo de promover o debate, denunciar e erradicar as várias formas de violência contra as mulheres. Inicia-se a 25 de Novembro – Dia Internacional pela Erradicação da Violência Contra a Mulher, e termina a 10 de Dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos, a fim de vincular simbolicamente estas duas datas e para enfatizar que a violência de género é uma violação dos direitos humanos e lembrar que, sem os direitos das mulheres, não há direitos humanos.

Desde 2009, a Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres tem vindo a ser desenvolvida em Portugal incluindo Açores, numa iniciativa da UMAR e UMAR Açores. Na Região os 16 Dias de Ativismo tem como entidade promotora a UMAR-Açores e conta com parceria e patrocínio de diversas entidades.

Num ativismo internacional, porque, no mundo, todos os dias, mulheres são assassinadas, violentadas, mutiladas, traficadas, assediadas sexualmente na rua e no trabalho, sofrem de violência doméstica, e obrigadas a casamentos forçados. Assistimos à continua vinculação pelos média de estereótipos de género, com a complacência de governos e sociedades assentes em estruturas patriarcais e ideologias militaristas, perpetuando formas violentas de masculinidade que põe em causa a segurança e a dignidade de mulheres, crianças e homens

|| Clarisse Canha

Em Asas da Igualdade, Açoriano Oriental, 30 de Novembro 2017

 

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Asas da Igualdade

A partir daqui pode ver Nas Asas da Igualdade: edição mensal da Umar-Açores e publicação no Açoriano Oriental.
A página Nas Asas da Igualdade foi lançada pela UMAR-Açores, integrada no projeto com o mesmo nome, desenvolvido em 2007 Ano Europeu da Igualdade e prossegue desde então até aos nossos dias



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