PESQUISAR

 

UMAR
Núcleos Projectos Serviços Redes e Parcerias Voluntariado UMAR Nacional
Faial São Miguel Terceira Educação Sexual e Bullying nas Escolas Interculturalidade e Migração Mulher na Pesca nos Açores Mulheres Empresárias nos Açores. O Género no sector Empresarial 'Nadia' Nas Asas da Igualdade Rede de Mulheres Empresárias nos Açores S.O.S. Mulher Casa Abrigo Centros de Atendimento CIPA Linha SOS Instituto de Acção Social Açoriano Oriental Rede...
Angra do Heroísmo Horta Ponta Delgada Ribeira Grande

REMA
Projecto Mentora Encontro Mulheres Empresárias Plataforma Virtual Estudos "Mulheres Empresárias nos Açores" Contactos do Projecto
Sub Categoria Sobre a Plataforma Virtual Empresárias Empresas Directório Fórum Historial Objectivos Metodologia Resultados Outros Estudos
Pequenas Empresas Médias Empresas Grandes Empresas Cooperativas e Economia Solidária

História Missão e Objectivos Contactos Áreas de Intervenção Pessoas Associar-se
Órgãos Pessoal Técnico e Direcção Associadas
[x] fechar

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mulheres da República – Adelaide Cabete na Página Asas da Igualdade de Março

10/03/2010



Adelaide Cabete (1867-1935) nasceu no concelho de Elvas, durante a Monarquia. A sua família contava-se entre as muitas do Alentejo profundo sem recursos para assegurar uma educação aos filhos.

No entanto, Adelaide, mulher dotada de uma forte personalidade e muito carisma, formou-se em medicina e foi das primeiras médicas a exercer a profissão em Lisboa.
Intrépida pioneira republicana e feminista, esta notável mulher portuguesa foi uma das conspiradoras que mais se destacou no movimento republicano. Fez parceira com Carolina Ângelo, colega de profissão, e juntas, foram as suas mãos que criaram as primeiras bandeiras republicanas “verde rubras” que, a 5 de Outubro de 1910, assinariam a vitória da revolução.



Amante da liberdade republicana, Adelaide espelhou os valores apregoados e defendidos pelos círculos republicanos e socialistas em que participou.



O seu consultório, por exemplo, funcionou como ponto de apoio às múltiplas actividades de índole filantrópica, sendo também sede do Conselho Nacional de Mulheres Portuguesas (1914-1947), associação da qual foi a mais destacada presidente.



Viajando além fronteiras para representar Portugal em congressos internacionais, viveu uma vida intensa e ampliou os seus horizontes a um ponto que a origem do seu nascimento, o seu género e a vida que levou na infância não fariam supor.



Como mostra de reconhecimento, recebeu a título póstumo, a Medalha de Grande Oficial da Ordem da Liberdade. Efectivamente, sessenta anos depois da sua morte, Portugal distinguiu esta mulher, cujo lema de vida – a Humanidade e a Liberdade – espelha bem os passos percorridos por Adelaide Cabete, na demanda da igualdade e da justiça.






ANEXOS
 1

AGENDA

  • Não existe Agenda disponível...


< Setembro 2010 >

 Dom   Seg   Ter   Qua   Qui   Sex   Sáb 
      01 02 03 04
05 06 07 08 09 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30    

GALERIA DE FOTOS

UMAR


Rede de Empresas